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#praquemnaosabe o bairro da Vila Maranhão sofre reflexos diretos do processo de expansão da zona portuária e industrial de São Luís com a passagem de um trecho da Ferrovia Transnordestina, que liga os portos do Maranhão e Ceará, efetuando o transporte de combustível e cimento, pondo em risco a segurança e integridade física de diversas famílias que residem em seu entorno.

A partir do ano de 2013, a empresa aplicou uma série de notificações para a desapropriação das famílias que residem entre os km 11 e 12 da linha férrea, alegando que estas desrespeitam o limite de 15 metros de segurança.

Grande parte dessas residências possuem título condominial concedido pelo ITERMA no ano de 1998 que resguarda a permanência das famílias tituladas para produção agrícola e de subsistência, no entanto, aplicou-se uma série de processos judiciais emitindo ordens de despejo forçado sem indenização Os moradores afirmam que não houve diálogo ou negociação da empresa Transnordestina Logística S/A em face à comunidade, assim como nunca ocorreu nenhuma preocupação com a segurança dos moradores.

Um deste processos já foi julgado, concedendo uma ordem de desapropriação para duas residências, provocando um processo de resistência pela comunidade.

Imagens: Pablo Monteiro e Ana Mendes
Montagem: Pablo Monteiro
Colaboração: Andressa Zumpano / Ana Torres / Comunidade Vila Maranhão
Imagem de destaque: Andressa Zumpano

© Pablo Monteiro
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